— O Rayan, obviamente, faz parte de maneira central do planejamento. É um dos grandes pilares do meu trabalho aqui. Pouca gente tem um Rayan. É um jogador que decidiu muitos jogos e a tendência é de crescimento. Ele ainda está se descobrindo. Se o Rayan fosse meu filho, eu diria para ficar no Vasco por mais um tempo. Se sair no fim do ano que vem, vai sair com 20 anos, muito jovem de qualquer forma, mas com um jeito de jogar mais consolidado, provavelmente já com convocação para a Seleção.

